De apanhadora de algodão a milionária: esse é um breve resumo da história de Madam C.J. Walker, uma das primeiras mulheres a gerar milhões de dólares por conta própria nos Estados Unidos. Fundadora da Madam C.J. Walker Laboratories, a empreendedora negra e filha de escravos recém-libertos construiu um império com cosméticos próprios para cabelos afro. Sua história inspirou uma minissérie original da Netflix que estreia na plataforma no próximo dia 20. Natural do estado norte-americano de Louisiana, Sarah Breedlove ficou órfã aos 7 anos. Aos 14, a garota já trabalhava em uma plantação de algodão e como empregada doméstica. Casou-se com essa idade, como forma de fugir dos maus tratos e abusos que sofria de seu cunhado. Nos anos 1880 Sarah se deparou com uma doença no couro cabeludo, resultado da combinação de soda cáustica, sujeira e vapor quente: condições do ofício de lavadeira. Com isso, ela perdeu muito cabelo. Na época, o mercado carecia de bons produtos capilares para mulh...
A fibra de um parente da bananeira pode substituir o plástico em milhões de máscaras faciais e aventais hospitalares que o mundo está fazendo para combater o coronavírus. O Abaca – uma fibra das Filipinas usada em saquinhos de chá – é tão durável quanto o poliéster, mas se decompõe dentro de dois meses, disse Kennedy Costales, chefe da agência de fibras das Filipinas. “Com esta pandemia, se todos comprarmos máscaras feitas de fibra sintética, elas se acumularão em lixões porque demoram muito tempo para se decompor”, disse Costales. Os esforços globais para proibir os plásticos de uso único recuaram, à medida que as nações priorizavam a higiene sobre o meio ambiente para embalagens e suprimentos médicos, criando um ponto positivo para empresas químicas como LyondellBasell Industries e Trinseo. As vendas de máscaras descartáveis devem subir mais de 200 vezes em todo o mundo este ano, para US $ 166 bilhões (US $ 229 bilhões), de acordo com um artigo comercial das Nações Unida...
Existem muitos conteúdos, cursos e excelentes instituições de ensino que formam bons profissionais. E a busca por entregar mais valor em um trabalho é válida e muito justificada. Mas o quanto de valor você está agregando enquanto ser humano? Na sua vida, o quanto você está entregando para aqueles que o cercam em casa, na rua, no trabalho? O quanto a sua existência influencia na vida das pessoas? Você é uma boa influência ou só mais um exemplo de como não ser?Infelizmente, lidamos diariamente com pessoas sem nenhuma empatia. Principalmente no ambiente profissional, onde a competitividade define as relações interpessoais. Em um emprego anterior, um coworker tentou denegrir meu trabalho e de outra líder com comentários falsos e palavras chulas. E em vários momentos teceu argumentos claramente machistas para funcionárias. Esse mesmo indivíduo tem um dos maiores salários da empresa. É, portanto, um bom profissional, mas… ser um bom profissional faz dele um bom ser humano?...